O cultivo de plantas em uma pequena área é possível, basta vontade, um jardim de pequeno ou médio porte e alguns elementos. Primeira coisa a ser observada é o relevo do terreno, que deve ser pouco acidentado, mas levemente inclinado para facilitar o escoamento da água. Locais muito planos correm o risco de encharcar o solo e causar pequenos alagamento dentro do viveiro.
Alguns outros elementos devem ser levados em consideração, à construção deve ser voltada para a face norte, ficando protegido do vento sul, com mais ocorrência de sol e calor. Essa medida é muito importante para um bom desenvolvimento das mudas. O posicionamento do viveiro tem que observar também o abastecimento de água para irrigação, luz elétrica para os equipamentos desde a iluminação, a bomba de irrigação e outros aparelhos. Além de estar em local de fácil acesso para chegada de pessoas, suprimentos e retirada de mudas.
O viveiro deve ser construído com tela de proteção para impedir entrada de animais e quebra-vento visando evitar danos às sementeiras. Para garantir uma boa produção futura a área para a implantação deve ser limpo, cuidando com remoção da vegetação existente incluindo raízes, pedras e qualquer outro material encontrado no local. No preparo do solo a principal preocupação é com a drenagem, locais propensos a enchacamentos necessitam de valas de drenagem preenchidas com pedras irregulares para o escoamento da água. Visando a manutenção do solo recomenda-se cobrir todo o terreno do viveiro com uma camada de brita ou cascalho.
Um ponto a se considerar para a implantação é a sua capacidade produtiva, em termos de quantidade de mudas nas diferentes épocas do ano. Isso irá definir o tamanho e a estrutura do viveiro. São considerados pequenos e médios aqueles que produzem cerca de
Fazer esse trabalho com o intuito de entrar em parceria com o meio ambiente na sensibilização, na preservação e proteção de riquezas naturais é um esforço produtivo delicioso com um retorno compensador. Pois para essas mudas pode existir diferente finalidades de plantio, desde a recuperação de áreas degradadas, sistemas agroflorestais, comercialização, doação até a educação ambiental.
O Agrônomo Rodrigo Candido, voluntário e um dos responsável pela implantação e manutenção dos viveiros da Cooperativa Mãos na Mata, em residência da comunidade do Monte Verde, trabalha apenas com espécies nativas da Mata Atlântica, com foco na educação ambiental e recuperação de áreas de mata ciliar na própria comunidade. O projeto já realizou cinco campanhas de plantio nos últimos dois anos, sempre com apoio e participação da comunidade principalmente crianças. Para se tornar um voluntário basta entrar em contato com eles, a sede é na Rodovia Virgílio Várzea 810, sala 02 no Saco Grande.
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