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terça-feira, junho 03, 2008

Juventude ambientalista

A aposta para um futuro mais promissor está nos jovens. Como a mente mais aberta e maior consciência dos problemas causados pelos danos ambientais e a uso desordenado do meio ambiente.

As crianças e jovens são o futuro do planeta. Quantas vezes já ouvimos isso na televisão, nos jornais, em todas as formas de comunicação? E isso não está errado. Quem tem o poder de mudar as coisas senão os jovens. Sempre eles, em todas as épocas, em grandes momentos históricos, o movimento de estudantes, passeatas pela paz, pelos animais, lá estão milhares de representantes da força juvenil para incentivar as mudanças.

Não estamos falando só de mobilização de massas, mas sobre educação, conscientização. Quando é preciso difundir uma idéia, uma informação por onde começa as campanhas? Pelas crianças. Os mais novos acabam por dar o exemplo. Podemos observar isso nas campanhas de reciclagem, coleta seletiva, educação no trânsito, uso consciente da água entre outras. Por quê? Além de assimilar com mais facilidade as informações ao repassarem causam mais impacto e credibilidade que outras pessoas.

Em relação à natureza não é diferente. Todos os projetos, ações campanhas para preservação, manutenção e conservação do meio ambiente, tem uma parte ou toda ela dedicada à educação ambiental infantil. Sendo realizadas palestras em escolas, visitas a reservas, parque e unidades de conservação. Algumas das reservas biológicas onde visitas são proibidas, a realização de passeios com crianças do ensino fundamental é a única autorizada.

Lagoinha do Leste

Outro movimento ligado à conscientização de pessoas passa pelos jovens, a Cooperativa Mãos na Mata realiza, em média, dois plantios de mudas nativas em áreas de mata ciliar devastas com o envolvimento da comunidade atendida pelo projeto. Nessas ações são convidados todos os moradores da região incentivados pelas crianças, conscientizando assim adultos e jovens.
O projeto da Família Casca e da Compostagem de resíduos urbanos e hortas escolares atuam na criação de pátios de compostagem e hortas em escolas e creches de Florianópolis e região.

Educando não só os alunos como os professores e servidos dos colégios. A realização dessas ações visa à mudança de hábitos e conscientização de que os recursos naturais podem ser utilizados ao nosso favor sem degradação. Esses projetos incentivaram não apenas a reutilização de resíduos orgânicos, como materiais reciclados e uma melhor alimentação das crianças, que passaram a comer mais verduras e frutas.

Locais como o Parque Ecológico do Córrego Grande, o Parque Municipal do Rio Vermelho e o Parque Municipal da Lagoa do Peri apresentam ações constantes e permanentes de educação ambiental ou dentro dos parques ou nas escolas para divulgas suas campanhas. A partir do próximo verão a Reserva Biológica e Marinha do Arvoredo vai contar com uma estação na ilha para a educação ambiental, hoje o trabalho é realizado apenas com as escolas das proximidades do arquipélago, como bombinhas e região.

Atualmente é possível encontra curso e especializações no temas ecologia e meio ambiente. Foi lançada no ano passado e teve inicio as aulas na pós-graduação em ecologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Para interessando em fazer cursos manejo do meio ambiente entre outros as organizações, institutos e associações de Florianópolis disponibilizam os cursos dos mais variados, basta querer.
Estes atos em defesas do meio ambiente e da biodiversidade são de vital importância para continuar a existirem locais de beleza intocada e preservada.

segunda-feira, maio 12, 2008

Reciclagem de lixo orgânico

Local de recebimento da Familia Casca

Uso consciente dos recursos naturais é uma preocupação crescente em todos os níveis da sociedade contemporânea, cuidados com a separação do lixo, reutilização de matérias e otimização de alimentos. Existem várias formas de utilizar o alimento como um todo, receitas com casca de frutas e legumes, uso de todas as partes na produção do prato desde raízes, folhas, talos e flores. Nem sempre é possível realizar isso no dia a dia, uma outra alternativa é a compostagem.

Esse processo de uso da matéria orgânica restante da alimentação para transformação em composto orgânico, o adubo é uma saída para diminuir os dejetos orgânicos depositados nos aterros. Isso agora é feito em dois locais de Florianópolis, dentro da Universidade Federal de Santa Catarina e no Parque Ecológico do Córrego Grande. Nos dois locais funciona uma central de reciclagem para transformação rejeitos em adubo orgânico natural. No parque é conhecido com Projeto Família Casca e no campus da UFSC como Compostagem de resíduos urbanos realizado pelo Grupo de uso e manejo de solo do Centro de Ciências Agrárias (CCA).

Em ambos o método utilizado é o mesmo, criam-se as leiras (corredores onde é depositado o lixo), com camadas de palha e serragem. O tamanho de cada leira depende do local e da quantidade de dejetos a serem depositados. O material recolhido é colocado em cima desses corredores e recoberto com serragem e folhas secas. Nesse processo os microorganismos aeróbicos (que necessitam de oxigênio para sobreviver) fazem à digestão do material orgânico, que é mexido freqüente mente pelos alunos. Para a leira continuar agindo são colocado depois de alguns meses outros animais, como minhocas e centopéias, que terminam a digestão do composto. Em uma compostagem caseira de pequeno porte, o adubo fica pronto em dois meses. Em grandes, o processo dura uma media de oito meses.

O composto pronto possui micronutrientes que melhoram a “saúde” do solo, reduzindo a incidência de doenças nas plantas. Quanto mais diversificados os materiais os quais o composto é feito, maior será a variedade de nutrientes no adubo. Uma grande diversidade de substâncias orgânicas garante uma grande variedade de nutrientes.

“É o milagre transformar o mal no bem”, descrição de Alexandre, aluno de agronomia e participante da compostagem da UFSC, declaração mais que correta, pois a compostagem termofílica além de reduzir o lixo depositado em aterro, diminui o impacto na contaminação da água, do solo e produz adubo natural e ecológico. Por esse processo é possível até mesmo esquentar água, como acontece no Pátio de Compostagem da UFSC. Uma caixa de água e colocada dentro de uma das leiras e produz calor suficiente para aquecer os 200 litros de água. Proporcionando o banho quente no fim do expediente.

O projeto é realizado na UFSC desde 1994, e é coordenado pelo Agrônomo Paul Richard Monsem Miller, integrado com 14 alunos bolsistas de Agronômia e Engenharia Sanitária Ambiental. Diariamente são recolhidas quatro toneladas em média, excedentes de restaurantes e cozinhas da própria universidade, do Hospital Universitário e parceria com o supermercado Hippo. O material coletado diariamente representa 40 % do total de resíduos gerados na universidade. O adubo resultante é utilizado nos jardins da universidade e vendido em sacos de até 50 quilos por dez reais para a comunidade. Por mês o Pátio de Compostagem da UFSC chega a reciclar 50 toneladas de resíduos.

Já no Parque Ecológico do Córrego Grande a iniciativa da criação da Família Casca partiu de alunos, sendo que o projeto é ministrado e coordenado Kiriá Cardoso e Júlio Maestri, composto por seis alunos bolsistas de Agronômia e Biologia. O projeto completa dois anos em primeiro de junho. A diferença está principalmente na coleta realizada dentro do próprio parque no estante logo na entrada, os moradores e visitante depositam os resíduos em tambores colocados no local. A iniciativa também tem parceria com os condomínios nas proximidades do parque. No local é possível entregar o resto de óleo de cozinha para reciclagem, que é usado, após uma filtragem, como combustível para barcos e uma caminhonete. O composto resultante da compostagem é utilizado metade pelo próprio parque e a outra metade é doada as pessoas que trouxeram resíduos orgânicos para a Família Casca.

Os dois projetos realizam palestra e oficinas para construção de um compostagem caseira e horta escolar. Para mais informações basta se dirigir ao Parque Ecológico do Córrego Grande ou ao Pátio de Compostagem da UFSC.

quinta-feira, março 06, 2008

Respirou ar puro esse mês?

Você já foi ao Parque Ecológico de Córrego Grande?
É aquele ali bem perto de você, dentro da cidade.
Então vá! Visite o viveiro e a estufa de plantas nativas! Pegue uma muda plante no quintal! Você não tem quintal? Plante no vizinho, na casa de amigos ou mesmo um vaso. Faça uma caminhada pelas trilhas do parque. Que inclui um trilha adaptada para portadores de necessidades especiais.
Leve a família, os amigos para um piquenique. Há dois quiosque reservados para alimentação.O parque em seus 21 hectares ainda oferecem um parque infantil, uma brinquedoteca, quadra poliesportiva, além de dois lagos com pesca esportiva. Outro atrativo do parque são as aulas de educação ambiental, Yoga e Tai Chi.

O que está esperando?
Não perca mais tempo!

Que quiser mais informações basta ir ao parque ou ligar para o telefone (48) 3234-6049